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sexta-feira, 19 de junho de 2015

Um ser humano mágico - Livro Self - A Magia Ancestral: Sementes


Um Ser humano Mágico

"A Magia da vida está em você, desperte sua consciência mágica!"

No livro Self - A Magia Ancestral: Sementes o personagem central Self, é um ser humano fantástico, apesar de adulto, preserva no seu interior a essência de criança, tendo uma imaginação criativa e crença nas forças da natureza, respeita os seres vivos, independente de sua forma ou aparência, ele compreende que todas as vidas estão conectadas por uma grande árvore universal e assim senti todas as energias que estão ao seu redor.
Completamente sensível, logo é despertado o amor por uma das personagens da história, a qual senti que tem uma conexão de almas.

Tudo isso e mais um pouco neste livro recheado de boas energias que te fará viajar por tantos mundos.

Não perca tempo e adquira o seu exemplar no site:



Vem embarcar nessa aventura e não se arrependerá!



Namasté
Luz verde
Rafa Self

terça-feira, 9 de junho de 2015

Uma noite Mágica, lançamento do Livro Self - A Magia Ancestral: Sementes


Confira algumas fotos do Lançamento Self - A Magia Ancestral: Sementes por Rafael Oliveira que aconteceu no dia 06/06/2015 no Centro Cultural “Leny de Oliveira Zurita” na cidade de Araras, uma noite cultural que contou com Teatro, Dança, Declamação, Música e muita Magia. Amigos, familiares e sociedade que compareceram, elogiaram o momento e adquiriram o livro. (Fotografias por André Vides)
Livro disponível para compra no link: http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=704

















Namasté.
Luz verde.
Rafa Self.



























segunda-feira, 13 de abril de 2015

Gratidão - Um sentimento para energizar


Algumas reflexões de autoria própria:

  
"Ao acordar todos os dias devemos ser gratos a vida e pelas forças universais que nos rege.
Mesmo que as vezes não esteja muito bem, ou seus planos não foram realizados no tempo que esperava, seja grato."




  "A gratidão é um sentimento que regenera o espírito e permite que se reconheça como um fluído do universo que esta sob influência das energias sagradas". 





"Toda a nossa existência esta conectada com a grande ramificação da vida, por isso sinta intensamente o ambiente a sua volta e perceberá que receberá energias de volta."


"De fato o caminho não é fácil e a jornada tende a ser cansativa, você talvez desejará desistir, mas nesse momento agradeça, por esses obstáculos, eles te farão mais forte e quando vencer, perceberá o real valor da sua conquista"
 




"E se o desânimo chegar? Acalme seu coração, eleve suas preces em suas crenças e veja o maravilho tempo da criação."




"Só não se esqueça de lutar, pois seus desejos não virão como presentes, eles serão alcançados por meio de sua perseverança e força de vontade."

Tenham todos um bom dia!

Namasté!

Luz Verde.

Rafa Self.



quinta-feira, 2 de abril de 2015

Porque seguir o Blog Leitores Celestiais?

Fonte: https://www.pinterest.com/FaezeFK/kagaya/. Acesso 02/04/2015.

Auto - entrevista com o fundador do blog. Rafa Self (mais informações na página UM POUCO DE MIM)

PERGUNTA:
Por que seguir esse blog?

RESPOSTA:
Todos somos Leitores Celestiais e ainda não percebemos o grande potencial que temos de ler o mundo por meio dos diversos aspectos que as informações se apresenta. A proposta deste blog é justamente oferecer as pessoas que gostam de conteúdos diversificados, ou repaginados, buscando sempre oferecer uma liberdade criativa.

PERGUNTA:
Por que Leitores Celestiais?

RESPOSTA:
A ideia de Celestial nos remete ao aceso à outros mundos além do planeta Terra, perceber que a leitura pode nos transportar para outras dimensões é tornar-se celestial. Se libertar das amarras que apenas a ignorância da submissão da informações pode nos oferecer. Ser leitor é uma ação muito mais além da leitura de um livro físico, É LER O MUNDO, em sua diversidade de transmutação da informação. Por isso Leitores Celestiais: AQUELES QUE LEEM O MUNDO COM OS OLHOS MULTIFACETADOS!


PERGUNTA:
Qual o diferencial deste Blog?


RESPOSTA: 
A principio ele não é melhor que nenhum outro, ele pode ser até comum. A diferença está na profundidade que as postagem vão oferecer, sempre arraigadas e contextualizadas com as respectivas fontes de consultas e um interpretação além do convencional.


 Por isso venha fazer parte desse espaço, é bem simples e rápido, basta clicar no canto direito do blog, no botão da figura abaixo:







A todos uma boa semana. Boas energias!

Namasté!

Luz Verde.

Rafa Self.

quarta-feira, 1 de abril de 2015

(História) "Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas."


O fato abaixo mostra como os livros tem um grande poder na sociedade e como mentes podem ser libertada quando leem apenas algumas paginas.

1933: Grande queima de livros pelos nazistas

"No dia 10 de maio de 1933, foram queimadas em praça pública, em várias cidades da Alemanha, as obras de escritores alemães inconvenientes ao regime."

Bücherverbrennung im Dritten Reich

"O dia 10 de maio de 1933 marcou o auge da perseguição dos nazistas aos intelectuais, principalmente aos escritores. Em toda a Alemanha, principalmente nas cidades universitárias, montanhas de livros ou suas cinzas se acumulavam nas praças. Hitler e seus comparsas pretendiam uma "limpeza" da literatura.
Tudo o que fosse crítico ou desviasse dos padrões impostos pelo regime nazista foi destruído. Centenas de milhares de livros foram queimados no auge de uma campanha iniciada pelo diretório nacional de estudantes.
Albert Einstein, Stefan Zweig, Heinrich e Thomas Mann, Sigmund Freud, Erich Kästner, Erich Maria Remarque e Ricarda Huch foram algumas das proeminências literárias alemãs perseguidas na época.
O poeta nazista Hanns Johst foi um dos que justificou a queima, logo depois da ascensão do nazismo ao poder, com a "necessidade de purificação radical da literatura alemã de elementos estranhos que possam alienar a cultura alemã".
Assim como desde a pré-história se acreditava nos poderes purificadores do fogo, o regime do mestre da propaganda – Joseph Goebbels – pretendia destruir todos os fundamentos intelectuais da por ele tão odiada República de Weimar.
Oportunismo e distanciamento
A opinião pública e a intelectualidade alemãs ofereceram pouca resistência à queima. Editoras e distribuidoras reagiram com oportunismo, enquanto a burguesia tomou distância, passando a responsabilidade aos universitários. Também os outros países acompanharam a destruição de forma distanciada, chegando a minimizar a queima como resultado do "fanatismo estudantil".
Entre os poucos escritores que reconheceram o perigo e tomaram uma posição estava Thomas Mann, que havia recebido o Nobel de Literatura em 1929. Em 1933, ele emigrou para a Suíça e, em 1939, para os Estados Unidos.
Quando a Faculdade de Filosofia da Universidade de Bonn lhe cassou o título de doutor honoris causa, ele escreveu ao reitor: "Nestes quatro anos de exílio involuntário, nunca parei de meditar sobre minha situação. Se tivesse ficado ou retornado à Alemanha, talvez já estivesse morto. Jamais sonhei que no fim da minha vida seria um emigrante, despojado da nacionalidade, vivendo desta maneira!"
Também Ricarda Huch retirou-se da Academia Prussiana de Artes. Na carta ao seu presidente, em 9 de abril de 1933, a escritora criticou os ditames culturais do regime nazista: "A centralização, a opressão, os métodos brutais, a difamação dos que pensam diferente, os autoelogios, tudo isso não combina com meu modo de pensar", justificou. Em 1934, a "lista negra" incluía mais de três mil obras proibidas pelos nazistas. Como disse o poeta Heinrich Heine:
"Onde se queimam livros, acaba-se queimando pessoas."



Talvez a queima de livros tem acontecido de outras formas. Fiquem atento!

Nasmaté!

Luz verde.

Rafa Self

sábado, 28 de março de 2015

(Resgantado notícias) Encontrado na Itália manuscrito da Torá mais antigo do mundo


Exemplar que pode ser o mais antigo da Torá foi encontrado na Itália (Foto: Universidade de Bolonha/AFP)

"O valioso pergaminho de pele de cordeiro foi catalogado de modo equivocado por um arquivista da biblioteca universitária em 1889, que acreditou que pertencia ao século XVII".

Mas o professor de estudos hebraicos Mauro Perani constatou que o texto era anterior às normas de escrita da Torá adotadas no século XII.

"Imediatamente, percebi que era muito mais antigo", disse.
O professor explicou que o texto contém letras e sinais proibidos pelo erudito e filósofo judeu Moisés Maimônides no século XII.
"Este pergaminho é muito raro porque quando os manuscritos estragam, perdem sua santidade e não podem ser mais utilizados. Então, são enterrados", explicou Perani.
"Seu estado de conservação é excelente", completou.
"Os nazistas na Europa central e os fascistas na Itália destruíram dezenas de milhares de rolos. Aconteceu uma incrível destruição no século XX", disse.
O texto foi submetido a várias análises de carbono na Itália e Estados Unidos, que confirmaram que foi escrito entre o fim do século XII e o início do século XIII.
O pergaminho mede 36 metros de comprimento e 64 centímetros de largura.


Os livros possuem uma força incrível e mesmo com o avançar dos anos se mantêm trazendo sua sabedoria.

Namasté!

Luz verde

Rafa Self

terça-feira, 24 de março de 2015

Um conto para mudar sua vida (Livro Nem Água, nem Lua - Osho)


Lendo o livro Nem Água, nem Lua do Osho fui mais uma vez, maravilhosamente surpreendido por uma reflexão fantástica. Vejam o conto a seguir:

Certa vez, o Primeiro-Ministro de um grande rei morreu. Esse Primeiro-Ministro era uma pessoa muito rara, muito inteligente, quase um sábio; era esperto, sagaz, um grande diplomata. Seria muito difícil encontrar alguém que pudesse substituí-lo. Então, todo o reinado foi pesquisado. Todos os ministros foram enviados para procurar por três homens. Um desses três seria o escolhido pelo rei para ser o novo Primeiro-Ministro.

Durante meses a procura continuou. Todo o reinado foi vasculhado; todos os recantos e esquinas foram pesquisados. Então, três pessoas foram encontradas. Uma delas era um grande cientista, um grande matemático. Ele podia resolver qualquer problema de matemática, e a Matemática é realmente a única ciência positiva; todas as ciências são apenas ramos da matemática. Assim, ele se achava na base.
O outro era um grande filósofo, um grande criador de sistemas. Do nada ele podia criar tudo. A partir apenas de palavras, ele podia criar sistemas maravilhosos -- era milagre. Apenas os filósofos podem fazer isso. Eles não têm nada em suas mãos; são grandes mágicos. Criam Deus, criam a 'teoria da criação', criam tudo; e sem nada em suas mãos. São brilhantes artesãos de palavras, combinam as palavras de tal modo que lhe dão a sensação de substância. E isso sem nada!

O terceiro era um homem religioso, um homem de fé, de prece, de devoção. As pessoas que estavam procurando esses três homens devem ter sido muito sábias, porque encontraram os três.

Esses três homens representam as três dimensões da consciência. Elas são as únicas possibilidades: ciência, filosofia e religião -- formam a base. O homem de ciência interessa-se por experimentos: a menos que algo seja provado pelos experimentos, não está provado. Ele é empírico, experimental; sua verdade é a verdade do experimento.

O homem de filosofia é o homem da lógica, não dos experimentos; experimentar não é a questão. Apenas pela lógica ele prova e refuta. Ele é um homem puro, mais puro do que o cientista, porque o cientista tem de carregar seus experimentos, seu laboratório. Um homem de filosofia trabalha sem laboratório -- apenas com sua mente, com a lógica, com as matemáticas mentais. Todo o seu laboratório está em sua mente Ele pode provar e refutar apenas pelos argumentos lógicos. Ele pode resolver ou criar qualquer tipo de enigma.

O terceiro homem está na dimensão da religião. A vida não é problema para um homem religioso. Ela não existe para ser solucionada; existe para ser vivida.

O homem religioso é o homem da experiência; o cientista é o homem dos experimentos; e o filósofo é o homem dos pensamentos. O homem religioso é o homem da experiência: ele olha a vida como algo a ser vivido. Se existe alguma solução, ela virá pela experiência, virá pela vida. Nada pode ser decidido de antemão pela lógica porque a vida é maior do que a lógica. A lógica é apenas um bolha no vasto oceano da vida. Assim, a lógica não pode explicar tudo. Os experimentos podem ser feitos apenas quando você não participa, podem ser feitos apenas com objetos.

A vida não é um objeto; é o próprio cerne da subjetividade. Quando você faz experiências, é diferente. Quando você vive, unifica-se. Assim, o homem religioso diz: "A menos que você se unifique com a vida, nunca poderá reconhecê-la." Como poderá você conhecê-la do lado de fora? Você pode andar e rodear de um lado para o outro, mas nunca acertará no alvo. Assim, o homem de fé não se atém nem a experimentos nem a pensamentos, mas à experiência, à simplicidade, à confiança.

Os ministros pesquisaram e encontraram esses três homens que foram, então, chamados à capital para a decisão final. O rei disse: "Por três dias descansem e preparem-se. Na manhã do quarto dia o exame final será realizado. Um de vocês será escolhido e se tornará meu Primeiro-Ministro: aquele que provar ser o mais sábio."

Eles começaram a trabalhar cada um à sua própria maneira. Três dias não eram suficientes! O cientista teve de pensar em muitos experimentos e trabalhar neles. Quem sabe que tipo de exame seria? Assim, não pôde dormir por três dias, não havia tempo; além disso, teria toda a vida para dormir depois que fosse escolhido. Então, por que se preocupar em dormir? Ele não dormiu nem comeu nada -- não havia tempo o suficiente. Muitas coisas tinham de ser feitas antes do exame.

O filósofo começou a pensar; muitos problemas tinham de ser resolvidos: "Quem sabe que tipo de problema será apresentado?". Apenas o homem religioso continuou à vontade. Ele comeu e comeu bem. Apenas um homem religioso pode comer bem porque a comida é uma oferenda, é algo sagrado. Ele dormiu bem. Ele orava, sentava-se no jardim, passeava, olhava as árvores e era grato à Deus; porque, para um homem religioso, não existe nenhum futuro, nenhum exame final. Todo o momento é o exame final, então como preparar-se para ele? Se algo está no futuro você pode se preparar. Mas se algo está aqui, agora, como pode se preparar para isso? Você tem de enfrentar a situação. E não existe nenhum futuro.

Algumas vezes o cientista dizia: "O que você está fazendo? perdendo tempo -- comendo, dormindo, rezando. Você pode fazer suas preces depois." Mas o homem religioso ria e não respondia nada, ele não era um homem de argumentos.

O filósofo dizia: "Você fica dormindo, sentado lá fora no jardim, olhando para as árvores. Isso não irá ajudá-lo. O exame não é uma brincadeira infantil. Você tem de se preparar para ele." Então o religioso ria. Ele acreditava mais no riso do que na lógica.

Na manhã do quarto dia, a caminho do palácio para o exame final, o cientista não estava nem mesmo em condições de andar. Estava tão cansado por causa de seus experimentos que era como se toda a vida estivesse se esvaindo. Ele estava morto de cansaço, como se a qualquer momento pudesse cair e dormir. Seus olhos estavam sonolentos e sua mente pertubada. Estava quase louco!

E o filósofo? Não, não estava cansado, mas sentia-se mais incerto que nunca. Ele havia pensado, pensado; discutido, discutido; e nenhum argumento chegava a qualquer conclusão. Ele estava confuso, perturbado, num caos. No dia em que chegara poderia ter respondido a muitas questões, mas agora não. Até mesmo suas respostas certas tinham se tornado incertas. Quanto mais você pensa, mais a filosofia se torna inútil. Apenas os tolos podem acreditar em certezas. Quanto mais você pensa, mais inteligente fica, melhor vê que todos os pensamentos são apenas palavras, sem nenhuma substância. Muitas vezes ele quis voltar atrás porque isso não seria de nenhuma serventia. Ele não se sentia em boas condições. Mas o cientista lhe disse: "Venha! Vamos tentar! O que você irá perder? Se nós vencermos, tudo bem. Vamos tentar, não seja tão desanimado."

Apenas o homem religioso caminha feliz, cantando. Ele podia ouvir os passarinhos nas árvores, podia ver o sol surgindo, podia ver os raios do sol nas gotas de orvalho. A vida toda era um milagre! Ele não estava preocupado porque não haveria nenhum exame. Ele iria e encararia a situação. Iria simplesmente para ver o que ia acontecer. Ele não estava esperando por nada, não tinha expectativas; estava saudável, jovem, vivo -- e isso é tudo. Só desse modo é que uma pessoa pode se aproximar de Deus; não com fórmulas prontas, não com teorias prontas, não com montanhas de trabalhos de pesquisa experimental, não com títulos e títulos de doutoramento. Não, isso não auxilia. As pessoas devem ir para o templo assim: cantando e dançando.

Se você estiver alerta, poderá responder a qualquer coisa que vier, porque a resposta virá por meio da vida, virá por meio do coração e o coração está preparado quando você está cantando, quando você está dançando... quando você está celebrando.

E eles chegaram. O Rei havia arquitetado algo muito especial. Eles foram levados a uma sala onde havia sido montada uma fechadura, um enigma matemático. Havia muitas figuras na fechadura, mas não havia nenhuma chave. Aquelas figuras tinham de ser dispostas de um certo modo. O segredo estava nisso, mas a pessoa teria de procurar e encontrá-lo. Se aquelas figuras fossem dispostas de um determinado modo, a porta se abriria.

O Rei colocou-os dentro da sala e disse: "Este é um enigma matemático, um dos maiores já conhecidos. Agora vocês terão de encontrar o segredo. Não existe nenhuma chave. Se vocês puderem encontrar o segredo, a resposta para este quebra-cabeça matemático, a fechadura se abrirá. E o primeiro a sair desta sala será o escolhido. Agora, podem começar." Ele fechou a porta e foi-se embora.

Imediatamente o cientista começou a trabalhar sobre o papel: muitos experimentos, muitos cálculos, muitos problemas. Ele olhou, observou as figuras no cadeado. Não havia tempo a perder, era uma questão de vida ou morte. O filósofo fechou seus olhos e começou a pensar em termos matemáticos sobre o que fazer, como decifrar o enigma. O enigma era totalmente novo.

Este é o problema: com a mente, se algo é velho, a resposta pode ser encontrada; mas se algo é absolutamente novo, como resolvê-lo por meio da mente? A mente é muito eficiente com o velho, com o conhecido, com o rotineiro, mas é totalmente incapaz diante do desconhecido.

O homem religioso nem se aproximou da fechadura. Que poderia ele fazer? Ele não sabia matemática, não conhceia nenhuma ciência experimental. O que poderia fazer? Ele apenas se sentou num canto. Cantou um pouco, orou a Deus, fechou seus olhos. Os outros dois pensaram: "Ele não é um concorrente. De certo modo, isso é até bom porque a escolha terá de ser decidida entre nós dois." Então, de repente os dois perceberam que ele havia deixado a sala. Ele não estava lá. A porta estava aberta!

O rei veio e disse: "O que vocês estão esperando! acabou! o terceiro homem já saiu!"

Mas eles perguntaram: "Como? Mas ele não fez nada!"

Então quiseram saber do homem religioso: "Como?"

Ele disse: "Eu estava apenas sentado. Comecei a rezar e então um voz interior me disse: 'Que tolo! Vá até lá e olhe. A porta não está fechada.' Então fui até a porta. Ela não estava fechada. Não havia nenhum problema para ser resolvido. Então eu saí."

(Este conto foi extraído do livro Nem Água, nem Lua - Osho)
E então, já se perguntou se a porta esta fechada?

Namastê!

Luz Verde

Rafa Self