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quarta-feira, 6 de maio de 2015

Adquira um bom livro! Self - A Magia Ancestral: Sementes

Gosta de Fantasia? 

 
Aventura? Criaturas Mágicas?







Não perca tempo e adquira o meu livro Self  - A Magia Ancestral: Sementes.

Você vai se encantar com o enredo e a diversidade de emoções.



É muito fácil, acesse o site: http://www.protexto.com.br/livro.php?livro=704



Com facilidades no pagamento e entrega em tempo hábil.

Confira!

 
 Um bom dia, com sagradas energias.

Namasté!

Luz verde.

Rafa Self.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Postura da Árvore - Equilibrio Corporal e interior.




Umas das posturas mais vistas na Yoga, possui uma infinidades de benefícios quando praticada diariamente. Abaixo um artigo do site Personare:
 
A Postura da Árvore é tradicional no Yoga e baseia-se em princípios simples. Para executá-la, a pessoa deve ficar em pé, apoiada apenas numa perna. Depois, basta colocar a planta do outro pé na coxa e elevar os braços acima da cabeça, juntando as palmas das mãos. Em alternativa, as mãos podem ser colocadas unidas em frente ao peito, por exemplo. Essa postura é tão conhecida, que pode ser apreciada numa escultura colossal do séc. VII, em Mahabalipuram, na Índia, e foi denominada Patrimônio Mundial pela UNESCO.
Sendo assim, a Postura da Árvore enquadra-se nas posições de equilíbrio do Yoga, já que o praticante, abdicando de um apoio, ergue-se e alonga-se em direção ao sol."Sendo assim, a Postura da Árvore enquadra-se nas posições de equilíbrio do Yoga, já que o praticante, abdicando de um apoio, ergue-se e alonga-se em direção ao sol."
Após algum tempo em permanência na postura, o praticante abaixa a perna que tinha elevado e, depois de pousar o pé no chão, troca para o lado contrário, erguendo a outra perna e compensando a postura. Por vezes, a pessoa conta um número pré-determinado de respirações ou canta mantras até conseguir compensar. Em tempos modernos, é normal fazer a postura por um minuto em ambas as pernas e, em seguida, passar para outras posições.

Postura foca no equilíbrio corporal e interior

História

Na Índia, existe um número relativo de austeridades, muitas vezes associadas a votos de renúncia, em que o praticante passa 12 anos nessa postura (embora com apoios) até exaurir algum karma (ou o que ele acredita ser uma ação errada, no caso), para obter alguma faculdade ou, até mesmo, a iluminação e a transcendência.
Não estou sugerindo que você execute esta posição durante todo esse tempo, até porque as pessoas deixaram de desfrutar de sua companhia. Mas experimente adotar esse asana por alguns momentos no seu dia e, além de ver aumentada a sua consciência do equilíbrio e do incremento muscular, você ainda elevará o seu respeito pela natureza e pelo mundo vegetal, que tantas lições nos oferecem. As crianças, especialmente, adoram brincar de árvore. Por que não ensinar essa posição a elas hoje mesmo?
A sua ação nos músculos das pernas, dos braços e dos ombros é bastante forte, porém, o ponto-chave da Postura da Árvore é mesmo na consciência de equilíbrio corporal e interior. Para um maior desafio, aconselho que os praticantes fechem os olhos durante a sua execução. É ainda possível realizar algumas variações desta postura, colocando o pé por cima da coxa, junto à virilha, e inclinando o corpo para frente, fazendo a testa tocar no joelho e as mãos, no chão. Outra possibilidade é, depois de colocar o pé por cima da coxa, levar a mão (do mesmo lado da perna flexionada) por detrás das costas e agarrar o dedão do pé (a mão livre pode ficar no meio, em gesto de saudação).
Como uma árvore que balança quando necessário e se eleva de forma estável e flexível de uma base bem fixa no solo (como as suas raízes), esta postura tem a particularidade de permitir a assimilação destas características imprescindíveis para uma vida em plenitude. É também frequente sugerir que o praticante visualize uma árvore enquanto executa o asana. A identificação com a árvore auxilia, sem dúvida, na assimilação dos efeitos desta postura e das características do nosso objeto de Meditação - a árvore.

Créditos ao site: http://www.personare.com.br


Boa prática!

Posteriormente trarei outras posturas.

Namasté!

Luz verde.

Rafa Self

sábado, 4 de abril de 2015

Porque 12 animais no horóscopo chinês? Qual é o seu?



Origens na antiga China


Os chineses acreditavam que sua história estava relacionada com os céus. Chamavam sua terra de o Reino do Meio, que representava o Reino do meio celeste, onde as estrelas nunca se punham. O imperador, ou o Filho dos Céus como era chamado, era um mediador entre o Céu e a Terra. Conhecia, graças ao seu astrólogo imperial, os dias da mudança das estações e podia prever e interpretar todos os sinais celestes. Acreditava-se que, caso o imperador cometesse algum erro em suas previsões, ele perderia todos os poderes que lhe eram conferidos pela natureza. Portanto, era muito importante que seus conselheiros observassem e calculassem com a máxima precisão todos os movimentos do céu. Os deslizes eram punidos com a decapitação.
Tão marcante era a influência da astrologia na China antiga, que mesmo os palácios eram construídos de forma a se adequarem à simbologia astrológica. Havia um paláciopara cada estação do ano e eram a representação terrena dos palácios ou setores do reino celeste. As portas do palácio de verão estavam voltadas para o Sul as da primavera, para o Leste; as do outono, para o Oeste e as do inverno, para o Norte. Durante a dinastia Shang, por exemplo, o imperador era obrigado não só a residir nesses palácios de acordo com a estação do ano, como também a voltar-se para o Sul durante as audiências. O sul representava o centro do seu reino, a Estrela Polar.

A lenda chinesa dos doze animais


Segundo uma antiga lenda chinesa, Buda convidou todos os animais da criação para uma festa de Ano Novo, prometendo uma surpresa a cada um dos animais. Apenas doze animais compareceram e ganharam um ano de acordo com a ordem de chegada: o Rato ou Camundongo; O Boi ou Búfalo (Vaca, na Tailândia); o Tigre (Pantera, na Mongólia); O Coelho (Gato, na Tailândia ); o Dragão (Crocodilo, na Pérsia); a Cobra ou Serpente (Pequeno Dragão, na Tailândia ); o Cavalo; a Cabra, bode ou Carneiro; o Galo ou Galinha; o Macaco; o Cão; o Porco ou Javali. O Cavalo de Fogo rege a cada 60 anos. 1
De acordo com um antigo texto budista, quando os animais terminam suas meritórias tarefas, fazem um juramento solene perante os budas de que um deles estará sempre, por um dia e por uma noite, pelo mundo, pregando e convertendo, enquanto os outros onze ficam praticando o bem em silêncio. O Rato inicia sua jornada no primeiro dia da sétima Lua; procura persuadir os nativos do seu signo a praticarem boas ações e a corrigirem os defeitos de seus temperamentos. Os demais bichos fazem o mesmo, sucessivamente, e o Rato reinicia seu trabalho no 13º dia. Assim, graças ao trabalho constante dos animais, os budas garantem uma certa ordem no universo.


Descubra o seu signo chinês:


 


Namasté!

Luz verde.

Rafa Self.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Um pequeno livro e GRANDES idéias!


(Do livro: O Pensamento vivo Che Guevara)

" O que nós temos
que praticar hoje,
é a solidariedade.
Não devemos aproximar-nos
do povo e dizer:
"Aqui estamos.
Vimos dar-te a caridade
de nossa presença,
a ensinar-te com nossa ciência,
a demonstrar-te teus erros,
tua incultura,
tua falta de conhecimentos elementais".
Devemos ir com afã
investigador, e com espírito
humilde, aprender
na grande fonte
de sabedoria que é o povo..." (pág. 39)

Este pequeno livro está diariamente nos meus dias, trazendo reflexões da grande figura que foi Che Guevara e seus pensamentos que se mantém vivo além das décadas.

Não podemos subir num "pedestal" e supor que somos o detentores do saber, existe uma constante troca de aprendizados em cada experiência sempre, seja boa ou ruim.

Namastê!

Luz verde.

Rafa Self


terça-feira, 24 de março de 2015

Um conto para mudar sua vida (Livro Nem Água, nem Lua - Osho)


Lendo o livro Nem Água, nem Lua do Osho fui mais uma vez, maravilhosamente surpreendido por uma reflexão fantástica. Vejam o conto a seguir:

Certa vez, o Primeiro-Ministro de um grande rei morreu. Esse Primeiro-Ministro era uma pessoa muito rara, muito inteligente, quase um sábio; era esperto, sagaz, um grande diplomata. Seria muito difícil encontrar alguém que pudesse substituí-lo. Então, todo o reinado foi pesquisado. Todos os ministros foram enviados para procurar por três homens. Um desses três seria o escolhido pelo rei para ser o novo Primeiro-Ministro.

Durante meses a procura continuou. Todo o reinado foi vasculhado; todos os recantos e esquinas foram pesquisados. Então, três pessoas foram encontradas. Uma delas era um grande cientista, um grande matemático. Ele podia resolver qualquer problema de matemática, e a Matemática é realmente a única ciência positiva; todas as ciências são apenas ramos da matemática. Assim, ele se achava na base.
O outro era um grande filósofo, um grande criador de sistemas. Do nada ele podia criar tudo. A partir apenas de palavras, ele podia criar sistemas maravilhosos -- era milagre. Apenas os filósofos podem fazer isso. Eles não têm nada em suas mãos; são grandes mágicos. Criam Deus, criam a 'teoria da criação', criam tudo; e sem nada em suas mãos. São brilhantes artesãos de palavras, combinam as palavras de tal modo que lhe dão a sensação de substância. E isso sem nada!

O terceiro era um homem religioso, um homem de fé, de prece, de devoção. As pessoas que estavam procurando esses três homens devem ter sido muito sábias, porque encontraram os três.

Esses três homens representam as três dimensões da consciência. Elas são as únicas possibilidades: ciência, filosofia e religião -- formam a base. O homem de ciência interessa-se por experimentos: a menos que algo seja provado pelos experimentos, não está provado. Ele é empírico, experimental; sua verdade é a verdade do experimento.

O homem de filosofia é o homem da lógica, não dos experimentos; experimentar não é a questão. Apenas pela lógica ele prova e refuta. Ele é um homem puro, mais puro do que o cientista, porque o cientista tem de carregar seus experimentos, seu laboratório. Um homem de filosofia trabalha sem laboratório -- apenas com sua mente, com a lógica, com as matemáticas mentais. Todo o seu laboratório está em sua mente Ele pode provar e refutar apenas pelos argumentos lógicos. Ele pode resolver ou criar qualquer tipo de enigma.

O terceiro homem está na dimensão da religião. A vida não é problema para um homem religioso. Ela não existe para ser solucionada; existe para ser vivida.

O homem religioso é o homem da experiência; o cientista é o homem dos experimentos; e o filósofo é o homem dos pensamentos. O homem religioso é o homem da experiência: ele olha a vida como algo a ser vivido. Se existe alguma solução, ela virá pela experiência, virá pela vida. Nada pode ser decidido de antemão pela lógica porque a vida é maior do que a lógica. A lógica é apenas um bolha no vasto oceano da vida. Assim, a lógica não pode explicar tudo. Os experimentos podem ser feitos apenas quando você não participa, podem ser feitos apenas com objetos.

A vida não é um objeto; é o próprio cerne da subjetividade. Quando você faz experiências, é diferente. Quando você vive, unifica-se. Assim, o homem religioso diz: "A menos que você se unifique com a vida, nunca poderá reconhecê-la." Como poderá você conhecê-la do lado de fora? Você pode andar e rodear de um lado para o outro, mas nunca acertará no alvo. Assim, o homem de fé não se atém nem a experimentos nem a pensamentos, mas à experiência, à simplicidade, à confiança.

Os ministros pesquisaram e encontraram esses três homens que foram, então, chamados à capital para a decisão final. O rei disse: "Por três dias descansem e preparem-se. Na manhã do quarto dia o exame final será realizado. Um de vocês será escolhido e se tornará meu Primeiro-Ministro: aquele que provar ser o mais sábio."

Eles começaram a trabalhar cada um à sua própria maneira. Três dias não eram suficientes! O cientista teve de pensar em muitos experimentos e trabalhar neles. Quem sabe que tipo de exame seria? Assim, não pôde dormir por três dias, não havia tempo; além disso, teria toda a vida para dormir depois que fosse escolhido. Então, por que se preocupar em dormir? Ele não dormiu nem comeu nada -- não havia tempo o suficiente. Muitas coisas tinham de ser feitas antes do exame.

O filósofo começou a pensar; muitos problemas tinham de ser resolvidos: "Quem sabe que tipo de problema será apresentado?". Apenas o homem religioso continuou à vontade. Ele comeu e comeu bem. Apenas um homem religioso pode comer bem porque a comida é uma oferenda, é algo sagrado. Ele dormiu bem. Ele orava, sentava-se no jardim, passeava, olhava as árvores e era grato à Deus; porque, para um homem religioso, não existe nenhum futuro, nenhum exame final. Todo o momento é o exame final, então como preparar-se para ele? Se algo está no futuro você pode se preparar. Mas se algo está aqui, agora, como pode se preparar para isso? Você tem de enfrentar a situação. E não existe nenhum futuro.

Algumas vezes o cientista dizia: "O que você está fazendo? perdendo tempo -- comendo, dormindo, rezando. Você pode fazer suas preces depois." Mas o homem religioso ria e não respondia nada, ele não era um homem de argumentos.

O filósofo dizia: "Você fica dormindo, sentado lá fora no jardim, olhando para as árvores. Isso não irá ajudá-lo. O exame não é uma brincadeira infantil. Você tem de se preparar para ele." Então o religioso ria. Ele acreditava mais no riso do que na lógica.

Na manhã do quarto dia, a caminho do palácio para o exame final, o cientista não estava nem mesmo em condições de andar. Estava tão cansado por causa de seus experimentos que era como se toda a vida estivesse se esvaindo. Ele estava morto de cansaço, como se a qualquer momento pudesse cair e dormir. Seus olhos estavam sonolentos e sua mente pertubada. Estava quase louco!

E o filósofo? Não, não estava cansado, mas sentia-se mais incerto que nunca. Ele havia pensado, pensado; discutido, discutido; e nenhum argumento chegava a qualquer conclusão. Ele estava confuso, perturbado, num caos. No dia em que chegara poderia ter respondido a muitas questões, mas agora não. Até mesmo suas respostas certas tinham se tornado incertas. Quanto mais você pensa, mais a filosofia se torna inútil. Apenas os tolos podem acreditar em certezas. Quanto mais você pensa, mais inteligente fica, melhor vê que todos os pensamentos são apenas palavras, sem nenhuma substância. Muitas vezes ele quis voltar atrás porque isso não seria de nenhuma serventia. Ele não se sentia em boas condições. Mas o cientista lhe disse: "Venha! Vamos tentar! O que você irá perder? Se nós vencermos, tudo bem. Vamos tentar, não seja tão desanimado."

Apenas o homem religioso caminha feliz, cantando. Ele podia ouvir os passarinhos nas árvores, podia ver o sol surgindo, podia ver os raios do sol nas gotas de orvalho. A vida toda era um milagre! Ele não estava preocupado porque não haveria nenhum exame. Ele iria e encararia a situação. Iria simplesmente para ver o que ia acontecer. Ele não estava esperando por nada, não tinha expectativas; estava saudável, jovem, vivo -- e isso é tudo. Só desse modo é que uma pessoa pode se aproximar de Deus; não com fórmulas prontas, não com teorias prontas, não com montanhas de trabalhos de pesquisa experimental, não com títulos e títulos de doutoramento. Não, isso não auxilia. As pessoas devem ir para o templo assim: cantando e dançando.

Se você estiver alerta, poderá responder a qualquer coisa que vier, porque a resposta virá por meio da vida, virá por meio do coração e o coração está preparado quando você está cantando, quando você está dançando... quando você está celebrando.

E eles chegaram. O Rei havia arquitetado algo muito especial. Eles foram levados a uma sala onde havia sido montada uma fechadura, um enigma matemático. Havia muitas figuras na fechadura, mas não havia nenhuma chave. Aquelas figuras tinham de ser dispostas de um certo modo. O segredo estava nisso, mas a pessoa teria de procurar e encontrá-lo. Se aquelas figuras fossem dispostas de um determinado modo, a porta se abriria.

O Rei colocou-os dentro da sala e disse: "Este é um enigma matemático, um dos maiores já conhecidos. Agora vocês terão de encontrar o segredo. Não existe nenhuma chave. Se vocês puderem encontrar o segredo, a resposta para este quebra-cabeça matemático, a fechadura se abrirá. E o primeiro a sair desta sala será o escolhido. Agora, podem começar." Ele fechou a porta e foi-se embora.

Imediatamente o cientista começou a trabalhar sobre o papel: muitos experimentos, muitos cálculos, muitos problemas. Ele olhou, observou as figuras no cadeado. Não havia tempo a perder, era uma questão de vida ou morte. O filósofo fechou seus olhos e começou a pensar em termos matemáticos sobre o que fazer, como decifrar o enigma. O enigma era totalmente novo.

Este é o problema: com a mente, se algo é velho, a resposta pode ser encontrada; mas se algo é absolutamente novo, como resolvê-lo por meio da mente? A mente é muito eficiente com o velho, com o conhecido, com o rotineiro, mas é totalmente incapaz diante do desconhecido.

O homem religioso nem se aproximou da fechadura. Que poderia ele fazer? Ele não sabia matemática, não conhceia nenhuma ciência experimental. O que poderia fazer? Ele apenas se sentou num canto. Cantou um pouco, orou a Deus, fechou seus olhos. Os outros dois pensaram: "Ele não é um concorrente. De certo modo, isso é até bom porque a escolha terá de ser decidida entre nós dois." Então, de repente os dois perceberam que ele havia deixado a sala. Ele não estava lá. A porta estava aberta!

O rei veio e disse: "O que vocês estão esperando! acabou! o terceiro homem já saiu!"

Mas eles perguntaram: "Como? Mas ele não fez nada!"

Então quiseram saber do homem religioso: "Como?"

Ele disse: "Eu estava apenas sentado. Comecei a rezar e então um voz interior me disse: 'Que tolo! Vá até lá e olhe. A porta não está fechada.' Então fui até a porta. Ela não estava fechada. Não havia nenhum problema para ser resolvido. Então eu saí."

(Este conto foi extraído do livro Nem Água, nem Lua - Osho)
E então, já se perguntou se a porta esta fechada?

Namastê!

Luz Verde

Rafa Self